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segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Assine pela Proibição de Conteúdos de Violência Animal em Ambiente Digital


O PL 2628/2022, recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado, tem como objetivo a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Entretanto, o texto não contempla uma das formas mais disseminadas e nocivas de violência online: os conteúdos de crueldade, tortura e abuso contra animais.

Assine a petição aqui
https://chng.it/kGf6xTv8Vg

Esses conteúdos circulam livremente em plataformas digitais, muitas vezes monetizados pelas próprias Big Techs, e chegam facilmente a crianças e adolescentes. Vídeos de animais sendo espancados, torturados, usados em experimentos cruéis ou colocados em situações de sofrimento extremo são consumidos como "entretenimento", incentivando a normalização da violência e até comportamentos sádicos.

Pesquisas internacionais já demonstraram a relação direta entre maus-tratos a animais e crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos (Ascione, 2001; Robson et al, 2021). Ou seja, além de representar uma violação ética grave contra seres sencientes, a circulação desses conteúdos também coloca em risco a segurança da sociedade.

Inspirados no Online Safety Act, recentemente aprovado no Reino Unido, pedimos que o Senado Federal inclua no texto do PL 2628/2022 uma emenda que:

Proíba expressamente a veiculação de conteúdos que exibam crueldade, tortura e abuso contra animais em plataformas digitais;

Estabeleça a responsabilidade legal das plataformas digitais em identificar, bloquear e remover esse tipo de conteúdo;

Garanta mecanismos de denúncia e transparência sobre a moderação de conteúdos envolvendo crueldade animal.

Com esta emenda, o Brasil terá a oportunidade de ser vanguarda na proteção de animais no ambiente digital, criando um marco legal que poderá inspirar o mundo.

Assine e ajude a pressionar os senadores para que os animais também sejam protegidos nesta lei!

Silvana Sita
Autora da petição


Assine aqui
https://chng.it/kGf6xTv8Vg


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Ação Civil Pública em Defesa das Girafas retiradas da África para zoo no Brasil. Assine a petição!

Ação Civil Pública em Defesa das Girafas retiradas da África para zoo no Brasil. Assine a petição!

 

Ajude na defesa desses animais! Assine a petição!

 

https://www.change.org/p/estado-do-rio-de-jaineiro-pelo-fim-da-importa%C3%A7%C3%A3o-comercializa%C3%A7%C3%A3o-e-captura-de-animais-em-vida-livre?utm_source=share_petition&utm_medium=custom_url&recruited_by_id=d31b54d0-bacb-11e6-9246-531dbd3d0933

 

Dezoito girafas importadas da África do Sul, em 11 de novembro de 2021, desembarcaram no aeroporto do Galeão-RJ. Os animais eram livres, ou seja, foram capturados da natureza, comercializados e importados para o Brasil, conforme declarado no procedimento de importação apresentado ao IBAMA.

 

As girafas são espécies ameaçadas de extinção e possuem alto valor no mercado, chegando a custar até 60 mil dólares (um indivíduo).

 

Os animais estão mantidos desde sua chegada em um galpão em Mangaratiba-RJ, minúsculo, de tamanho muito inferior ao preconizado pela Instrução Normativa IBAMA N 7, de 2015, que para o caso das Girafas (Familla Giraffidae) exige um recinto com pelo menos 600 m² de área para cada dois indivíduos, com tipo de piso específico, abrigo coberto e área de comedouro e bebedouro, que está sendo, integralmente, descumprido.

 

Há três animais compartilhando uma baia de 40 m² e, até o momento, sem acesso à área externa, após a fuga de 6 girafas, das quais 3 vieram a óbito após a recaptura.

 

O @forum.animal, juntamente com a @andanews e @amparasilvestre assim que tomaram conhecimento do caso, se mobilizaram para ingressar com uma ação judicial que, entre outros pedidos, solicita tutela provisória de urgência para que iniciem, imediatamente, a construção de recintos com as características exigidas. 


É pedida, também, a condenação dos envolvidos para que não comercializem as Girafas e não importem mais animais de fauna exótica, até que toda a regularidade formal e material dessa importação seja esclarecida, assim como a exibição de toda a documentação referente à importação das girafas, estabelecendo-se pedidos de multa diária em caso de descumprimento.

 

Como animais exóticos são retirados de seu ambiente natural e importados para o Brasil sem haver um plano formal de conservação da espécie?

 

Esperamos que os responsáveis sejam responsabilizados e que esta prática seja, severamente, combatida.

 

Ajude na defesa desses animais! Assine a petição!

 

https://www.change.org/p/estado-do-rio-de-jaineiro-pelo-fim-da-importa%C3%A7%C3%A3o-comercializa%C3%A7%C3%A3o-e-captura-de-animais-em-vida-livre?utm_source=share_petition&utm_medium=custom_url&recruited_by_id=d31b54d0-bacb-11e6-9246-531dbd3d0933


 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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quinta-feira, 18 de junho de 2020

#StopYulin Milhões assinam pelo fim do festival de carne de cachorro.




Pesquisa chinesa Horizon, encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Human Society International e Avaaz, aponta que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin.

Há apenas alguns dias do infame festival de Yulin, os matadouros de cães da cidade estão cheios de animais aterrorizados, capturados com a finalidade de serem abatidos brutalmente para o consumo de sua carne. Muitos desses animais foram roubados de casas e ruas antes de serem transportados para Yulin. 

O festival de Yulin é um espetáculo sangrento que não reflete os hábitos alimentares da maioria do povo chinês, e sua continuação despreza o sentimento expresso pelo Ministério da Agricultura. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China oficializou há três semanas que os cães são companheiros e não "animais" para comer.

Como observou o Ministério: “as atitudes e apetites sobre os cães mudaram e agora é hora dos matadouros de cães de Yulin depor a faca do açougueiro e entregar o festival aos livros de história”.

A declaração oficial do Ministério confirmou o que a maioria das pessoas que participaram do processo de consulta pública manifestou, a oposição a considerar cães como animais de consumo. 

A mesma afirma, ainda, que os cães têm uma longa história de domesticação, tradicionalmente ajudando a proteger a casa da família, passando a ser companheiros e animais de estimação, procurando e resgatando cães policiais, ajudando aqueles com deficiência visual e geralmente tendo um relacionamento íntimo com os humanos. 

Observa, também, que a lista de animais da FAO das Nações Unidas não inclui cães e que, internacionalmente, os cães não são tratados como animais de consumo. (Almejamos pelo dia que TODOS os animais, seres sencientes, saiam do cardápio).

A declaração é concluída refletindo sobre o fato de que os tempos estão mudando e que a conscientização e a dieta das pessoas também, incluindo mudanças em algumas tradições e costumes em relação aos cães.

 Fatos sobre o comércio de carne de cachorro na China

  • Trinta milhões de cães por ano são mortos em toda a Ásia por carne. Estima-se que existam mais de 90 milhões de cães e gatos mantidos como animais de estimação na China. Estima-se que 10 milhões de cães por ano são mortos para o comércio de carne de cachorro na China.

  • A Organização Mundial da Saúde adverte que o comércio de cães espalha raiva e aumenta o risco de cólera.

  • A maioria das pessoas na China não come cães; na verdade, a carne de cachorro é consumida com pouca frequência por menos de 20% da população chinesa. Uma pesquisa de 2017 revelou que, mesmo em Yulin, sede do festival de carne de cachorro, a maioria das pessoas (72%) não come carne de cachorro regularmente, apesar dos esforços dos comerciantes de carne de cachorro para promovê-la. 

  • Em toda a China, uma pesquisa realizada em 2016 pela empresa de pesquisa chinesa Horizon e encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Humane Society International e Avaaz, descobriu que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin , mais da metade (51,7%) acha que o comércio de carne de cachorro deve ser completamente proibido e a maioria (69,5%) nunca comeu carne de cachorro.

Dados da Human Society Internacional / China

Dizy Ayala
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Couro de animais exóticos. Diga não ao matadouro de jacarés no Brasil.



Couro de animais exóticos - Diga não ao matadouro de jacarés no Brasil.


Cobras, lagartos e crocodilos precisam das suas peles muito mais que qualquer pessoa precisa de um par de sapatos ou uma bolsa, por puro capricho e valor estético. Os animais de sangue frio sofrem tanto quanto os mamíferos quando são esfolados vivos por suas peles. Eles são mortos de maneira horrível, sendo frequentemente decapitados com machados, espancados até a morte ou pregados a uma árvore para ter a sua pele descascada lentamente. A partir do momento que se sabe sobre essas práticas, torna-se incompreensível a continuidade do consumo de couro por pessoas compassivas.


Conforme petição da Change.org o Brasil já possui 15 criadouros de jacaré para consumo. A intenção de criar o matadouro é para produção de carne e também extração do couro, o que representa não só o infeliz abate de animais como um ato de crueldade, uma vez que são esfolados vivos. Não há qualquer necessidade de tal prática, uma vez que cada vez mais opções sintéticas e vegetais de alta performance e qualidade estão disponíveis no mercado pela pesquisa e produção de pessoas qualificadas. É, inclusive, possível produzir padrões similares à textura do couro de jacaré, na aplicação das cascas do abacaxi, o Pinatex. 
Uma vez que o mundo está se voltando a soluções sustentáveis e de preservação dos animais, é inaceitável e retrógrada essa iniciativa.

Saiba mais sobre outras práticas cruéis na indústria da moda e alternativas tecnológicas e sem crueldade nos artigos

Campanha para renovar o guarda-roupa

A Revolução do Couro Vegetal

Lista de Marcas de Material Sintético

Matéria-prima vegetal vira tendência na indústria



Dizy Ayala


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