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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Bulgária acaba com a última fábrica de peles no país


A Bulgária está agora oficialmente livre de quintas de peles, marcando uma grande vitória para os animais e outro passo poderoso em direção a uma Europa livre de crueldade.

A última fazenda de vison no país está fechada desde o início deste ano. O proprietário antecipou, assim, a proibição nacional da criação de peles, que, esperamos, será aprovada em breve.

Antes mesmo do fechamento, não sobraram animais nas instalações.

Não foram emitidos novos pedidos, licenças ou certificados para quaisquer atividades de criação de peles.

Atualmente, não existem locais ativos ou registados para reprodução de animais, para extração de peles, em qualquer lugar da Bulgária.

Esperamos que a extração de peles seja oficialmente proibida em breve para que a Bulgária possa aderir à lista crescente de países europeus que rejeitam essa crueldade.

Este marco vem graças aos esforços incansáveis dos defensores dos direitos dos animais, à pressão pública e ao apoio generalizado para acabar com esta prática ultrapassada e desumana.

Juntos, estamos a construir não apenas uma Europa sem peles, mas também um futuro sem peles - um país de cada vez.

Via Four Paws

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

 

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Loja de luxo de 192 anos, Harvey Nichols, finalmente proíbe peles



Crédito da mídia: William Barton / Alamy Stock Photo

 

A rede britânica de lojas de departamentos de luxo, Harvey Nichols, disse que deixará de usar peles até o final de 2023.

 

A Humane Society UK (HSI/UK) descreveu a mudança como um “momento icônico” em sua campanha Fur Free Britain na luta contra as peles.

 

A Harvey Nichols, fundada em 1831, teria tomado a decisão depois de ver imagens da mais recente investigação da organização sobre fazendas de peles na China.

 

Em uma declaração ao Mirror, um porta-voz da loja disse: “Como parte de nossa revisão contínua dessas práticas e iniciativas contínuas de sustentabilidade, Harvey Nichols confirma que eliminará, gradualmente, a venda de peles ou produtos com acabamento de peles on-line e em lojas, para ficar completamente livre de peles até o final de 2023”.

 

Respondendo à notícia, Claire Bass, diretora sênior de campanhas e assuntos públicos da HSI/Reino Unido, disse:

 

“Esta mundialmente famosa loja de departamentos britânica chegou à inevitável conclusão de que a chamada 'pele ética' simplesmente não existe e a produção de peles vai contra qualquer noção crível de sustentabilidade. A postura compassiva de Harvey Nichols agora deixa o punhado de varejistas restantes que continuam a vender peles parecendo cada vez mais isolados”.

 

A Harvey Nichols introduziu pela primeira vez uma política livre de peles em 2004, mas voltou atrás em 2013. Em dezembro de 2022, vendia peles de marcas como Yves Solomon, CP Company, Canada Goose e Moncler. Canada Goose e Moncler anunciaram seus próprios planos para eliminar, gradualmente, as peles.

 

A crueldade por trás do uso de peles

 

Animais criados e mortos para peles incluem visons, raposas, chinchilas e coelhos. Embora a criação de peles seja ilegal no Reino Unido, onde fica a sede de Harvey Nichols, milhões de libras em peles são importadas todos os anos.

 

A criação de peles é um grande negócio em países como Finlândia, China, Dinamarca e Polônia. Os animais são, frequentemente, mantidos em gaiolas de arame sem chance de exibir comportamentos naturais.

 

A mais recente investigação da HSI/Reino Unido em uma fazenda de peles na China encontrou filhotes de animais e suas mães sendo mantidos em gaiolas pequenas e imundas, exibindo comportamentos que indicavam sofrimento psicológico, como andar, repetidamente, em seus minúsculos recintos.

 

Alguns desses animais foram mantidos em gaiolas, praticamente, do comprimento do corpo, sem contato algum com o meio ambiente, privados de qualquer atividade natural para si, apenas mantidos até a maturidade para o abate, pelo propósito fútil de peles.

Fonte: Plant Based News


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 Dizy Ayala

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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Projeto de lei que proíbe criação de animais para extração de peles é aprovado na assembleia em Mato Grosso

 

"Prática é violenta e desumana".

Os deputados aprovaram em segunda votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), neste mês, o projeto de lei que proíbe a criação de animais para a extração de peles, no estado.

A proposta segue para a sanção do governador Mauro Mendes (DEM) e, se sancionada, quem descumprir a lei será multado.

Autor do projeto, o deputado Max Russi (PSB) apresentou como justificativa que a indústria de peles sacrifica milhões de animais e que a extração de peles de animais é uma das práticas mais desumanas realizadas atualmente pela indústria têxtil.

“Nem mesmo as espécies protegidas ou animais domésticos estão livres de tal crueldade que faz da moda que usa peles de animais imoral e injustificável”, diz ele.

“Muitas pessoas não têm conhecimento do processo cruel ao qual os animais são submetidos para se tornar um casaco ou souvenir de pele. Mas, não há como negar que a indústria de pele é violenta, isto porque muitos animais que são reduzidos a artigos de vestuário levam uma vida de privação, sofrimento e morte”, argumentou o deputado Max Russi.


Fonte:   G1 MT


Dizy Ayala

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