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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Helsinke, capital da Finlândia, vai banir carne e leite em eventos públicos.


Helsinki, capital da Finlândia, talvez tenha sido a primeira entidade governamental do mundo a assumir, oficialmente, as "inconveniências da pecuária".

 

Em discussões sobre a crise climática é de praxe "tapar o sol com a peneira". Todos falam em diminuir desmatamento, emissão de gases e blá blá blá.

 

O que quase ninguém assume pra valer é que o principal emissor de gases do efeito estufa é a pecuária. Em outras palavras, a carne e o leite de todo o dia.

 

Por isso, a partir de janeiro de 2022, a carne e o leite serão banidos de todos os eventos oficiais da capital da Finlândia.

 

O objetivo principal da medida é, junto a outras que estão sendo adotadas no país, o de alcançar a neutralidade de emissões de carbono na atmosfera e, assim, se tornar um dos primeiros países com emissão zero.

 

Além de ser o primeiro país com políticas públicas assumidas contra o consumo de carne e leite, a Finlândia é conhecida por ter o sistema de educação mais avançado do mundo e por ser o país com os maiores índices de felicidade do mundo também.

 

Será mera coincidência? 

Texto via La Rouge

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Relatório da ONU aponta grande risco de crise climática até 2040.


Relatório da ONU aponta grande risco de crise climática até 2040.

Representantes de mais de 130 países estiveram reunidos com cerca de 50 cientistas em uma conferência, na Coreia do Sul, para discutir quais são as chances de se manter as mudanças climáticas em um nível moderado e ainda sob controle, no planeta.

O relatório destaca a urgência de diminuir em 45% as emissões de CO2 nos próximos 12 anos, para reter o aquecimento global a 1,5°, de modo a diminuir as alarmantes emissões de dióxido de carbono na atmosfera.

Nas discussões, mais uma vez é considerada a necessidade da mudança de geração de energia a partir de combustíveis fósseis, ou seja, petróleo, gasolina, carvão, para energia limpa (eólica, solar, elétrica). O que não costuma ser considerado, basicamente por interesses comerciais, em boa parte das conferências do clima é que as maiores emissões são as provenientes da indústria da carne, dos animais de “produção” e da poluição decorrente de sua exploração.




O fato é que severos efeitos da mudança climática já vem sendo sentidos nos últimos cinco anos, no mundo todo, por países europeus, africanos, americanos, asiáticos e por países localizados em ilhas, arquipélagos com nações altamente vulneráveis, como a Oceania, e a importância de medidas de proteção são consideradas por todos os países.



Há que se considerar ainda que o dióxido de carbono que já foi emitido está retido na atmosfera, o que torna ainda mais premente a necessidade de reduzir drasticamente novas emissões.

Do contrário, o mundo será fortemente abalado por escassez de alimentos, incêndios florestais graves e recorrentes, tempestades tropicais cada vez mais devastadoras e a perda irreversível de recifes de coral, fauna e flora, entre outros.



É, portanto, premente que os países, suas lideranças e influenciadores, e a população se comprometam com diretrizes alimentares que já vem sendo publicadas para a mudança para uma alimentação de origem vegetal e a implementação do setor público e privado de energias limpas acessíveis para o grande público. No que foi destacado no relatório como a premência em transformar a economia global em escala e velocidade “sem precedentes documentados”.

Redação de Dizy Ayala a partir de informações noticiadas pela rede Globo e jornais Folha de São Paulo, Washington Post e The New York Times.



Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
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