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terça-feira, 30 de junho de 2026

Cão Tsunami é herói nacional na tragédia da Venezuela

 


O cão Tsunami tornou-se um verdadeiro herói nacional na Venezuela, após ajudar a localizar e salvar 13 pessoas vivas sob os escombros, provocados pelo duplo terremoto de magnitude 7,1 e 7,5 que atingiu o país.

O cão da raça Border Collie, atualmente com 9 anos de idade, integra o grupo de elite K-SAR ECID especializado em busca e salvamento.

Da Rejeição ao Heroísmo

Em 2017, Tsunami foi abandonado e resgatado das ruas pela Associação Pró-Defesa dos Animais (Aproa) em grave estado de desnutrição.

Após sua reabilitação, foi treinado pelo especialista Jorge Beens para farejar sobreviventes em estruturas colapsadas.

Antes da atual crise venezuelana, o cão já havia atuado nos terremotos da Turquia e da Síria em 2023, além de deslizamentos em Las Tejerías.

A Última Missão

Após sua exaustiva atuação nas zonas de desastre mais críticas, como La Guaira, esta jornada marca, oficialmente, a última missão de Tsunami, antes de sua merecida aposentadoria.

O cão segue sendo monitorado de perto por um veterinário para garantir seu bem-estar físico e recuperação.

Gratidão, querido Tsunami!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Diante de tragédias naturais, é possível aflorar a solidariedade humana?




Diante de tragédias naturais, 
é possível aflorar a solidariedade humana?

Por Dizy Ayala



A Terra está em constante movimento e sabemos que tem seus ciclos de desequilíbrio e instabilidade, porém é fato, também, que a exploração constante e desmedida que a era industrial tem feito, vem sacudindo o planeta pelo efeito da interferência humana.

Nunca antes o homem avançou tanto nos limites terrestres, marítimos, no espaço e na queima de resíduos fósseis, como no nosso tempo.

Quantas consequências adversas mais vamos presenciar, diante do solo marinho perfurado e a explosão de bombas em alto-mar, as mineradoras que avançam na degradação de cadeias de montanhas, a própria alteração do clima e o sistema de ventos?

Há quem acredite em vingança da Terra, bem verdade não creio que se vingue!
Senão que o planeta cumpre um papel, dentro da lei de ação e reação, de se reciclar, se renovar!

Há que se considerar a fragilidade de muitas das instalações feitas pelo homem, que desabam diante da prepotência humana de achar que tem controle sobre tudo. Que a natureza e seus recursos estão aí apenas para serem usados sem critério e cuidado.

Maior sofrimento para os países mais pobres, onde há menos investimentos.
São muitas vidas ceifadas e expostas à total falta de recursos, senão pelas ajudas humanitárias que começam a chegar! É um paradoxo que mesmo dominando tantos recursos tecnológicos, ainda sejamos surpreendidos por esses eventos e tantas pessoas fiquem expostas à falta de assistência!

Vemos notícias do quanto rios e oceanos são vias de esgoto e dejetos sem nenhum tipo de tratamento. O quanto há projetos ecológicos que não são viabilizados pelas políticas públicas. E o quanto como cidadãos colaboramos com tudo isso? É possível que cada embalagem pet que promete “abrir a felicidade” tenha o destino da reciclagem? Você já se perguntou quão mais eficiente que a intenção de reciclar, é evitar tanta produção de lixo!

A reciclagem é bem-vinda não só para os resíduos, mas para nossos comportamentos e atitudes. Quantos de nós estão dispostos a contribuir para um novo tempo possível de ressurgir dos escombros?

Fazer um consumo consciente, onde se desvia o modo de produção exploratório para uma cadeia produtiva, com produção ecológica, que respeita a natureza, lar de todos os seres que coabitam conosco em igualdade de direitos.

O planeta não é só dos humanos e a Terra, como organismo vivo, também sente os efeitos nefastos de um consumo desenfreado e predatório!

Quantas perdas animais fatais nas catástrofes, mas também no cotidiano, vitimadas pela poluição, perda de território natural pelo avanço do “progresso” humano, sacrifício em cultos religiosos e a exploração para o consumo.

Quantos de nós estão dispostos a rever seus hábitos?

Diante de nossa finitude e o abalar do chão sob os nossos pés, 
importante refletir, reconhecer e respeitar a vida, nas suas variadas formas!
Estamos todos de passagem! Deixemos registros de amor e paz por onde passarmos! 









Defensora e Ativista dos Direitos dos Animais,
Acadêmica em Publicidade e Propaganda
Blogueira, Vegana.
Ação pelos Direitos dos Animais  no facebook

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/



Dizy Ayala
Ação pelos Direitos dos Animais